- Ano VIII - nº 5 (69) - Setembro /Outubro / Novembro de 2014.                           Direção: Osiris Costeira

FITOTERAPIA - Iára Vieira. - iarasovieira@gmail.com

DIABETES - 1ª Parte: Conhecendo o Diabetes

 

O Que é o Diabetes?

 

O diabetes é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos, causando um aumento da glicose (açúcar) no sangue.

O diabetes acontece porque o pâncreas não é capaz de produzir o hormônio insulina em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo, ou porque este hormônio não é capaz de agir de maneira adequada (resistência à insulina).

A insulina promove a redução da glicemia ao permitir que o açúcar que está presente no sangue possa penetrar dentro das células, para ser utilizado como fonte de energia. Portanto, se houver falta desse hormônio, ou mesmo se ele não agir corretamente, haverá aumento de glicose no sangue e, consequentemente, o diabetes.

 

Diabetes Tipo 1: No diabetes tipo 1 o pâncreas perde a capacidade de produzir insulina em decorrência de um defeito do sistema imunológico, fazendo com que nossos anticorpos ataquem as células que produzem esse hormônio. O diabetes tipo 1 ocorre em cerca de 5 a 10% dos pacientes diabéticos.

Principais sintomas:

 

         vontade de urinar diversas vezes

fome frequente

sede constante

perda de peso

fraqueza

fadiga

nervosismo

mudanças de humor

         náusea e vômito.

 

 

Pré-Diabetes:  A pré-diabetes é um termo usado para indicar que o paciente tem potencial para desenvolver a doença, como se fosse um estado intermediário entre o saudável e o diabetes tipo 2. E isso porque no caso do tipo 1 não existe pré-diabetes, a pessoa nasce com uma predisposição genética ao problema e a impossibilidade de produzir insulina, podendo desenvolver o diabetes em qualquer idade.

 

Diabetes Tipo 2: No diabetes tipo 2 existe uma combinação de dois fatores: a diminuição da secreção de insulina e um defeito na sua ação, conhecido como resistência à insulina.

Geralmente, o diabetes tipo 2 pode ser tratado com medicamentos orais ou injetáveis, contudo, com o passar do tempo, pode ocorrer o agravamento da doença. O diabetes tipo 2 ocorre em cerca de 90% dos pacientes diabéticos.

Principais sintomas:

infecções frequentes

alteração visual (visão embaçada)

dificuldade na cicatrização de feridas

formigamento nos pés e furúnculos.

 

Diabetes Gestacional: É o aumento da resistência à ação da insulina na gestação, levando ao aumentos nos níveis de glicose no sangue diagnosticado pela primeira vez na gestação, podendo - ou não - persistir após o parto. A causa exata do diabetes gestacional ainda não é conhecida.

 

Glicose: Principal fonte de energia do corpo.  Em excesso pode trazer algumas complicações:

    as tarefas se tornam mais difíceis,

    o sono no estágio inicial aumenta,

    o cansaço aparece com mais frequência.  

 

Psicodinâmica do Diabetes:

(Segundo Rüdiger Dahlke em seus livros – "A Doença como Caminho" e a  "A Doença como Símbolo")

Plano corporal: Pâncreas (análise agressiva, digestão dos açúcares).

Pâncreas: Pertence ao sistema digestório, é uma glândula mista com duas funções importantes, em que sua parte exócrina produz os sucos digestivos vitais cuja atividade revela sua natureza obviamente agressiva.  A parte endócrina contém os grupos de células conhecidas como placas celulares que produzem a insulina cuja redução leva ao diabetes (doença do açúcar).

O termo diabetes vem do grego e significa “arremessar através de” ou “atravessar”.  O diabético não pode (devido à falta de insulina) assimilar o açúcar contido nos alimentos, ocasionando que escoa e seja eliminado através da urina. 

 

Substituindo a palavra açúcar pala palavra amor chegamos ao nível do problema do diabético.  Alimentos doces são um mero substituto para outros desejos doces, que tornam a vida uma doçura.  O desejo de comer doces e a incapacidade de assimilar o açúcar introduzindo-o nas próprias células delata o inconfessado desejo da realização amorosa. 

O diabético tem que viver com “alimentos substitutivos” especiais, viver com substitutos dos próprios desejos, levando a um excesso de acidez em todo o corpo, que pode chegar ao ponto de o paciente entrar em coma. 

Os ácidos são elementos de agressão.  Então, estamos diante de polaridades entre amor e agressividade, entre o açúcar e o ácido.  Os que não têm amor se tornam azedos – o que não têm tolerância acabam logo por tornar-se intoleráveis.

As únicas pessoas que aceitam o amor são aquelas que também são capazes de dá-lo; os diabéticos desejam amor, mas não se atrevem a procurá-lo ativamente.  Continuam ansiando e desejando por ele, como não conseguem obtê-lo, já que não aprenderam a dar amor, este passa por elas sem deixar sinal, e têm que expelir o açúcar que não assimilaram.  Mas não é por isso que devem tornar-se azedos.

Plano sintomático: diarréia do amor, medo do amor, desejo de saborear coisas doces (amor) e a doce vida, numa concomitante incapacidade de aceitar e deixar entrar o amor completamente; não acolher o doce da vida, ou seja, não poder admiti-lo no mais íntimo (das células); não poder se envolver no amor; desejo não reconhecido de satisfação pelo amor; tornar-se azedo devido a incapacidade de amar; não ter aprendido a dar amor; não se atrever a atacar ativamente o domínio do amor.

Tratamento: reconhecer o medo e a estreiteza com relação aos assuntos amorosos; reconhecer a incapacidade de admitir o amor em sua esfera mais íntima (açúcar nas células); aprender a evitar os planos não redimidos da vida, ou seja, a fechar-se para eles; no pólo oposto, abrir-se para o amor nas perspectivas anímicas e espiritual.

Remissão: encontrar o meio termo entre aceitar e renunciar; reconhecer e viver, o dar e o receber, como os dois lados do amor e da realidade.

Segundo Louise  L. Hay, o Diabetes é interpretada como “desejar por aquilo que poderia ter sido; grande necessidade de controle; mágoa profunda; nada ficou doce.”

O primeiro passo para os portadores de diabetes é se conscientizar da doença e suas causas.

 

 

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