- Ano IV - nº 7(35) - Junho de 2010.                                                     Direção: Osiris Costeira

BIOELETROGRAFIA / EFEITO KIRLIAN 

Jose Angelo Monteiro da Costa - janngelo@hotmail.com

A Bioeletrografia

Foto da Polpa do Dedo

 

A Bioeletrografia é um método de análise das condições emocionais e físicas do ser humano.  Baseia-se na interpretação do espectro de cores, captado por uma película fotográfica, gerado pela ionização de gases e vapores exalados pela pele da polpa dos dedos.

Resumindo, é uma análise dos produtos do metabolismo de uma pessoa, e através desta análise se conclui em que estado emocional e físico se encontra o indivíduo, com um índice de precisão de 98%. 

Com este tipo de análise podemos avaliar se uma pessoa tem maior tendência à impaciência (agitada) ou à apatia (indolência), se tem a tendência a se preocupar demais, se possui boa auto-estima (positiva, auto-astral) ou não, se é mais objetiva ou reticente, se está depressiva ou se é um grande deprimido, se é tímida ou extrovertida, além de análises mais profundas como a presença ou não de complexos de inferioridade, conflitos emocionais, carência afetiva, tendência autodestrutiva e até mesmo tendências homossexuais. 

Também é analisada a tendência a distúrbios físicos nos diversos sistemas orgânicos e órgãos específicos. É importante ressaltar a palavra tendência, pois, como há uma análise a nível metabólico, atua-se muitas vezes de forma preventiva evitando-se o desenvolvimento e a efetivação de uma série de doenças, não permitindo que estas se desenvolvam.

AS PRIMEIRAS DESCOBERTAS

 

1777 - G.C. Lichtenberg, na Alemanha, conseguiu obter, em partículas de poeira, através da Eletricidade Estática, aquilo que poderíamos considerar como sendo uma primitiva “Imagem Kirlian”, e esses registros em poeira eletrificada foram por ele batizados de Eletrográficos.

 

É bom notar que, naquela época, ainda não havia sido inventada a película fotográfica.

1880 - Nikola Tesla, nos EUA, mostrou publicamente que um halo luminoso aparecia em redor do corpo humano - e também de qualquer outro objeto - quando a pessoa era exposta a um campo eletromagnético de alta voltagem e de alta frequência. Mas considerou o assunto como mera curiosidade e não se interessou muito por ele e não deu continuidade à pesquisa nem chegou a fotografar esse halo luminoso. Este halo luminoso recebeu o nome de “Efeito Corona”.

1892 - J.J. Narkievitch-Jodko, na Rússia, estudou aquilo que batizou de Fotografia Elétrica e desenvolveu um método de estudar as potencialidades humanas através dessa sua técnica fotográfica. Mas parou por aí e não deu continuidade às pesquisas. Suas pesquisas, posteriormente, foram retomadas por M. Pogorelski, na Rússia, e por B.I. Navratil, na Checoslováquia, sem maiores consequências.

1904 - O Padre Landel de Moura, no Brasil, mais precisamente em Porto Alegre (RS), inventou uma máquina que batizou de “Máquina de Eletrofotografia”, e tirou uma série enorme de Eletrofotografias de vários objetos, inclusive de seres humanos.

Chegou mesmo a batizar o halo luminoso que aparecia em torno dos corpos humanos de “Perianto”. Mas, por pertencer à Igreja Católica Romana e devido ao fato de que o “Perianto” poderia, talvez, ser confundido com o “Perispírito”, do então nascente Espiritismo – que estava sendo combatido pela Igreja Católica – a sua Máquina de Eletrofotografia foi confiscada pela Igreja, mas alguns desenhos esquemáticos da mesma escaparam e até foram publicados em livros que tratam de sua biografia.

1930 - Os Drs. Pratt e Schlemmer, em Praga, na Checoslováquia, pesquisaram “registros fotográficos, por contato, de vários objetos colocados diretamente em cima de emulsões fotográficas, sob a influência de um campo elétrico pulsante, no momento em que se produziam descargas elétricas”. Mas, igualmente, não deram continuidade a esse trabalho

1939 – O eletrotécnico russo, Semyon D. Kirlian, na cidade de Krasnodar, na então União Soviética, estava consertando equipamentos hospitalares que utilizavam alta voltagem, quando percebeu que, através da interação de fraquíssimas correntes elétricas e alta voltagem (da ordem de milhares de volts) e chapas fotográficas, era capaz de obter fotos em que, ao redor do corpo humano, de vegetais e de outros objetos, aparecia um halo luminoso. Kirlian e sua esposa, Valentina, passaram o resto de suas vidas pesquisando sobre o assunto e divulgaram ao mundo o que haviam descoberto.   Valentina faleceu em 1972 e Semyon em 1978.

 

1968 - O professor de Física, Newton Milhomens, no Brasil, construiu sua primeira Máquina Kirlian – talvez a primeira Máquina Kirlian construída no Brasil – a partir de um esquema da Máquina de Semyon Kirlian e começou a pesquisar sobre o assunto, em Brasília (DF).

 

 

 

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