- Ano V - nº 8 (48) - Julho de 2011.                                                     Direção: Osiris Costeira

CAMINHOS DAS TERAPIAS - Osiris Costeira. - osiris.costeira@uol.com.br

A FORÇA MAGNÉTICA DA PIRÂMIDE

 

As primeiras notícias a respeito de uma força magnética existente no interior da Grande Pirâmide de Quéops, no Egito, datam da década de 1930. Em seu início, o pesquisador e radiestesista francês Antoine Bovis (1871-1947), em visita à Grande Pirâmide, ficou surpreso ao verificar que pequenos animais que tinham perdido o rumo e morrido de fome dentro da Grande Pirâmide não se haviam decomposto. Eles ficaram simplesmente desidratados e mumificados.

De volta à França, Antoine Bovis construiu uma pirâmide nas mesmas proporções da Grande Pirâmide e descobriu que poderia reproduzir o processo de mumificação, além de experimentos na conservação de frutas e legumes com excelentes resultados de eficácia. Apesar disso, o academicismo científico da época não aceitou as experimentações de Bovis.

Na década seguinte, nos Estados Unidos da América, seguindo os passos iniciados por Antoine Bovis, os pesquisadores – piramidologistas – Bill Kerrel e Kathy Goggin realizaram inúmeras experiências com resultados surpreendentes.

Descobriram que podiam alterar o gosto da comida (para melhor) colocando-a sobre uma estrutura piramidal. O café ficava menos amargo, os sucos de frutas menos ácidos, as comidas congeladas mais saborosas, entre várias experiências.

Nesta mesma década, a primeira aplicação prática da Pirâmide deveu-se a Karl Drbal, um técnico em rádio, tcheco, que patenteou um afiador de lâminas de barbear de papelão em forma de pirâmide. Após anos de pesquisas em metalurgia, os cientistas verificaram que a água pode reduzir a força do aço em até 22%. E descobriram que as lâminas de barbear usadas tinham nas extremidades pequenas bolsas de umidade que contribuíam para torná-las ainda mais “cegas”.

Colocando-se as lâminas sobre a estrutura da Pirâmide essas bolsas microscópicas secavam e a lâmina conservava o seu fio, desde que a estrutura tivesse as mesmas proporções que a Grande Pirâmide e estivesse alinhada no sentido Norte-Sul.

Concluíram que algum tipo de campo de força na própria pirâmide poderia causar aquela desidratação eletromagnética. Desde essa época e até os nossos dias inúmeras observações foram realizadas, também com o ser humano, tentando demonstrar a sua eficácia numa série de patologias ao serem colocadas pessoas dentro da estrutura de Pirâmide, inclusive Bill Kerrell e Kathy Goggin.

Ninguém sabe ainda com certeza, apesar de parecer provável, que certas ondas eletromagnéticas sejam concentradas e condensadas pela própria configuração da Pirâmide. O magnetismo convencional pode estar também envolvido no funcionamento da Pirâmide, porque um Medidor Gauss colocado em seu centro, mesmo que esta não seja magnetizável (feita em papelão, por exemplo) mostra uma leitura positiva que se intensifica à medida que a Pirâmide vai sendo alinhada no sentido Norte-Sul. Leituras mais fortes foram produzidas com Pirâmides de metal.

Contudo, o magnetismo não é a única explicação para o poder da Pirâmide, porque campos magnéticos exatamente iguais não produzem os mesmos efeitos daqueles produzidos sob sua estrutura. Este fato parece confirmar que as Pirâmides acumulam diversos tipos diferentes de energia.

É preciso que as pesquisas continuem. Realmente, há alguma coisa diferente neste tipo de energia que não sabemos – ainda - o que é.

 

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