- Ano II - nº 1(13) - Janeiro de 2008.                                                                     Direção: Osiris Costeira

BOA VIAGEM A TODOS.

Agora, há pouco, encerramos mais um ano que para muitos representou dificuldades e dissabores. Da mesma maneira que para muitos outros o ano será lembrado como de conquistas e de momentos de prazer e de bem estar. Cada um o lembrará de uma maneira pessoal, pois tivemos encontros e desencontros, amores e desamores, perdas e ganhos porque assim o permitimos e assim o desejou a nossa vontade.

Contudo, o mais importante que poderemos aproveitar deste ano que acabou de acabar é, sem dúvida, o aprendizado de vida que ele nos ofereceu, visto que podemos aprender – sempre – junto às dificuldades ou aos prazeres. Aprender, aprendemos sempre. O importante é reconhecer o aprendizado ocorrido.

E isso porque sempre poderemos tirar proveito dos erros cometidos, ou entendendo e compreendendo os erros dos outros. Da mesma maneira que os bons momentos de alegria e felicidade devem ser frutos de algo feito – e bem feito – que poderão ser repetidos e aproveitados outras vezes. Precisamos entende-los, metaboliza-los, absorve-los, incorpora-los à nossa vida como algo vivo e dinâmico. Basicamente, usufruir de seu real valor para a nossa vida.

Cada vez é mais comum a reação das pessoas ao se lamuriar e choramingar, como se fossem crianças que deixaram cair o sorvete que estavam saboreando, não esboçando qualquer intenção de entender o ocorrido consigo próprio. Se limitam a dizer “que azar, tudo acontece comigo”.

E tudo continua igual, pois continuamos com a dor e somos as eternas vítimas da vida e da sorte que prefere transmutar aos outros a responsabilidade de seu destino, principalmente de seus infortúnios. Neste aspecto, não é raro ouvirmos nos consultórios as afirmações de que “não tenho sorte, ninguém me dá a mão, estou sempre muito sozinho(a)”. E finalizam a frase, classicamente, com o “e eu vim aqui, doutor, para que o senhor me oriente e me diga o que fazer”, transferindo, mais uma vez, aos outros a responsabilidade de sua felicidade.

Neste início de ano, quando arrumamos gavetas e jogamos fora papeis velhos que muitas vezes guardamos sem nenhuma serventia, gostaríamos de propor uma outra arrumação, a das nossas coisas internas que ficam, de um ano para o outro, sem qualquer valor e uso, a perambular como fantasmas na nossa vida, impondo regras, normas e rotinas ultrapassadas e que - nós sabemos – não surtem o menor efeito. Mas não mudamos. As mantemos intactas e carcomidas, pelo tempo e pela incompetência ao sucesso.

Para esperarmos um ano promissor, tenhamos em mente que o segredo do sucesso repousa em apenas duas características: ousadia e competência, em que ousadia é sinônimo de constante recomeço, de desapego às coisas velhas e sem valor para o hoje e o agora, e competência, além de conhecimento, é sinônimo de sem medo de ser ousado. As duas têm que conviver juntas e unidas, como uma coisa só. Com ousadia e competência, temos as rédeas de nossa vida nas mãos, e aptos a levá-la para onde assim o nosso livre arbítrio desejar. Boa viagem a todos.

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