- Ano V - nº 2(42) - Janeiro de 2011.                                                     Direção: Osiris Costeira

MATAR A MORTE E VIVER ETERNAMENTE

Ao acompanhar pela TV as cenas dramáticas das enchentes ocorridas nesses últimos dias no Brasil, e em especial no Rio de Janeiro – já uma constante “natural” do mês de Janeiro – me lembrei de um fato, lido há muito tempo, e que marcou profundamente minhas concepções de vida e da Vida.

É o relato de uma entidade espiritual que falava através de um médium a respeito de sua última reencarnação entre nós. E relembrava a aparente “dificuldade” de viver, portador de grave lesão cerebral desde o nascimento, que o obrigou a depender totalmente dos outros, para tudo, e a se locomover numa cadeira de rodas. Nenhum movimento. Nenhum som articulado. Imobilidade e silêncio. Absolutos.

E o seu espírito agradecia, profundamente, ao Pai a possibilidade que teve de entender e aprender o que é a solidariedade e a disponibilidade das pessoas, principalmente de seus familiares, que por toda a vida se revezaram para lhe ajudar a viver, e a entender a Vida com Amor.

Foi, segundo as palavras desse espírito, “a mais importante e proveitosa de suas últimas reencarnações”. E não se cansava de agradecer pela graça recebida.

Pelo noticiário vemos milhares de pessoas que choram a perda de seus parentes, amigos e, em alguns casos, de toda a família. E se desesperam e não entendem a “injustiça da vida”, que lhes castiga com dor e sofrimento.

Apesar de tanta tristeza não devemos nos esquecer que tudo é aprendizado para que possamos evoluir em nossa jornada que não termina com a morte, porque ela não existe. Apenas passamos a existir em outra vibração, tendo “armazenado” todo o aprendizado adquirido para, um dia – quem sabe? – voltar à vida nesta vibração que conhecemos, para aprender mais e mais.

E agradecer as “dificuldades” que por ventura existirem, pois elas também são parte do grande aprendizado. Aprendemos sempre, com Amor ou com Dor. Só assim, poderemos nos iluminar e voltar à Casa do Pai.

Façamos tudo que estiver ao nosso alcance, tudo que o nosso livre arbítrio permitir. No mais, deixemos às nossas essências. Só assim seremos capazes de matar a morte e viver eternamente.

 

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