- Ano V - nº 4(44) - Março de 2011.                                                     Direção: Osiris Costeira

MESTRE DJWHAL KHUL, O TIBETANO

Agora, em Março, a partir do dia 20, começamos o ANO NOVO ASTROLÓGICO, recomeçando mais um ciclo de revolução dos planetas, e recomeçando mais um ciclo de modificações em nossas vidas. De todos nós.

E essas modificações, algumas radicais, já são sentidas há algum tempo em todos os lados do mundo, e por todos nós. Para alguns, é somente o prenúncio de profundas modificações pelas quais passará a Humanidade até 2012, ano chave para a raça humana, esperada desde os Astecas e as inscrições de seu Calendário na pedra talhada.

Além das grandes manifestações climáticas – promovidas inclusive pelo próprio Homem – que trazem verdadeiros cataclismos a toda Humanidade, modificações individuais, aparentemente inexplicáveis, tem acontecido constantemente com muitos de nós, mudando hábitos e transmutando sentimentos.

Em face de tantas modificações, achamos por bem reler e, principalmente, divulgar os ensinamentos de um grande Mestre - o meu Mestre - de como nos orientarmos neste momento importante de cada um de nós e de toda a Humanidade.

 Ele é MESTRE DJWHAL KHUL, o Tibetano, que trabalha sob a orientação do Mestre Kuthumi ajudando-o intensamente no treinamento de discípulos avançados. Auxilia, também, ao Mestre El Morya por estar ligado a ele e ao seu trabalho. Ele tem sido chamado “O Mensageiro dos Mestres”.

Trabalha também, amplamente, com certo grupo de devas, os devas curadores, que assim o ajudam no trabalho de sanar alguns dos males físicos da Humanidade, junto àqueles ligados à preservação da saúde.

Foi quem ditou grande parte do livro “A Doutrina Secreta”, e mostrou a H. P. Blavatsky muitos dos quadros representados e dados existentes em seu famoso livro. E junto com El Morya e Kuthumi ajudou na criação da Sociedade Teosófica, da qual foi adepto.

Em sua historiografia esotérica, diz-se que ele foi Kleinias, o aluno favorito de Pitágoras, e ainda o primeiro chela de Sidarta Gautama, o Buda.

Vejamos o que Mestre Khul nos ensina, através da canalização de Alice Bailey, para que possamos vivenciar e entender, absolutamente, as transformações pelas quais passa toda a Humanidade:

Valores para vivenciar:

     Amor à Verdade – essencial para uma sociedade justa e progressista;

     Sentido de Justiça – o reconhecimento dos direitos e necessidades de todos e de tudo;

     Espírito de Cooperação – baseado na boa vontade ativa e no princípio das corretas relações humanas;

     Sentido de Responsabilidade Pessoal – para com o grupo, a comunidade e os assuntos nacionais;

     Servir ao Bem Comum – através do sacrifício do egoísmo: ”Somente o que é bom para todos é bom para cada um”.

Esses são valores espirituais que inspiram a consciência e conscientizam aqueles que trabalham para criar um modo de vida melhor. O destino de todos os povos e nações está determinado pelos valores que governam suas decisões.

Este é um período de crise de importância para os povos do mundo. Deveria ser um momento de reavaliação. Um valor é o conceito relativo assinalado por nós para algum aspecto da vida diária, ou um reconhecimento, ou uma excelência ou utilidade intrínseca reconhecida. Isso pode ser uma questão de opinião e, portanto, discutível.

Mas muitos valores na vida humana são básicos para o “bem estar geral de todos os povos” abrangendo a atividade normal do dia a dia e a tarefa comum. Os princípios estabelecidos pela Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas são uma constante recordação para todos os povos do mundo sobre as metas fundamentais e pureza de motivos que influenciam decisões.

Hoje, numa rápida transformação mundial, vemos um confronto fundamental entre o velho e o novo, formas cristalizadas, desgastadas e idéias progressistas, interesses egoístas e bem-estar humano, nacionalismo e consciência planetária, valores materiais e valores espirituais.

Os valores materiais confinam o indivíduo, um grupo ou uma nação dentro de limites determinados pelas formas de vida criadas para servir seus próprios interesses. As formas podem mudar; mas se motivos de mesquinhos auto-interesses permanecem nada resulta dos valores da cultura e civilização humanas.

Os valores espirituais dizem respeito à iluminação, à liberdade e crescimento criativo da raça humana. Promovem a tendência humana inata para a síntese e a totalidade. Expandem os horizontes da visão e da capacidade humanas. Podem ser simbolizados como uma espiral ascendente de infinita potencialidade.

Os valores espirituais de maior importância são aqueles que nos elevam fora das nossas preocupações egoístas. O egocentrismo não beneficia ninguém, incluindo a própria pessoa, de tão interdependente e inter-relacionada como se tornou a sociedade humana.

O sacrifício do egoísmo liberaria novos valores da vida nacional e internacional. Poderia apressar o fim da corrida armamentista, ainda perpetuado por motivos de poder e interesse econômico, e mostraria o caminho em direção ao desarmamento e à Paz mundial, prevista e assegurada na Carta das Nações Unidas.

O sacrifício do egoísmo prepara para o compartilhamento e para a contribuição de todos os indivíduos da sociedade no crescimento e prosperidade do todo. Prepara para a responsabilidade, a preocupação e o comprometimento para a totalidade em atitudes e ações, para uma nova perspectiva sobre a Vida e seus valores verdadeiros.

Os verdadeiros valores dos povos do mundo se baseiam em alguns princípios ou qualidades: unidade, tranquilidade-harmonia social, segurança, liberdade e bem-estar geral para “todo o povo”. Em tal estrutura, o senso de responsabilidade se desenvolve lado a lado com os direitos e liberdades para os quais todos estão habilitados; confiança mútua e respeito provêem a salvaguarda.

Cada nação, grande ou pequena, pode fazer a sua parte. A opinião pública esclarecida, focada e determinada, é a mais potente força do mundo, e pode criar a necessária liderança moral. FAÇAMOS COM QUE A NOSSA RENÚNCIA AO EGOÍSMO E AO MATERIALISMO ILUMINE O CAMINHO PARA UM FUTURO MELHOR PARA A HUMANIDADE.  OM MANI PADME HUM

Para que possamos absorver mais nitidamente os ensinamentos de Mestre Djwhal Khul, o Tibetano, sugiro que ouçamos a sua música símbolo, um dos quartetos de cordas de JS Bach, imaginando de que maneira poderíamos começar a reconstrução de nossas Vidas, desconstruindo o passado desnecessário e sem finalidade para o Agora. Clique. 

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