- Ano VII - nº 2 (60) - Fevereiro /Março de 2013.                                           Direção: Osiris Costeira

CARNAVAL O ANO TODO

 

Agora há pouco, tivemos em todo o pais os festejos de Carnaval que empolgam, praticamente, toda a população numa alegria contagiante, em que, mascarados ou não, todos brincam e se mostram felizes.

Parece que, de repente, tudo muda e se modifica nas pessoas – por dentro e por fora – e a comunicabilidade e o riso estampados em todos é uma constante, como um carimbo que diz “estou feliz”.

E isso é, antes de mais nada, absolutamente saudável, pois o riso é um grande estimulador, suficiente para mandar uma ordem para o cérebro, diretamente ao hipotálamo, e sintetizar as endorfinas, mais precisamente as beta endorfinas, que são substâncias analgésicas similares à morfina, mas com potência cem vezes maior.

E essas substâncias são produzidas nas situações de riso, gargalhadas, alegria e em todos os momentos em que há bom humor. Além do mais, observou-se que quanto mais ampla e “gostosa” a gargalhada, ou mais efusiva a risada, maior será a síntese de produção de endorfinas, que podem ser chamadas, inclusive, de “hormônios da felicidade”.

O que nos chama à atenção, porém, é que a maioria das pessoas que brinca e sorri na rua durante os 4 dias de Carnaval se mostram, no resto do ano, retraídas, indiferentes e extremamente ensimesmadas em seus “mundinhos” particulares e com a porta praticamente fechada para visitas.

A produção de endorfinas se torna escassa, se é que é produzida!

Por que não nos permitimos, pelo menos nos sentimentos, cultivar a alegria e a comunicabilidade durante o ano todo, e não apenas durante o Carnaval?

Por que não nos permitimos ver a vida com a simplicidade de um cordão de foliões em que ser feliz é o verdadeiro enredo, em que todos cultivam a alegria e estampam imensos sorrisos no rosto?

Uma das grandes verdades que aprendi na vida é que a única obrigatoriedade do ser humano é buscar ser feliz, o que muitos conseguem e outros não. Mas todos deveriam tentar.

A vida não pode ser vista ou vivida como um imenso “vale de lágrimas”, pois vida é alegria, é bem estar, é otimismo, isto sim, à imagem e semelhança do nosso Pai.

Por tudo isso, conclamo a todos que internalizemos o Carnaval em seus aspectos de alegria e felicidade durante todo o ano, e não apenas em seus poucos dias.

E, principalmente, sem necessidade de máscaras para que todos vejam e se contagiem de nossa alegria, simplesmente da “pessoa física” e não apenas de um personagem. 

Um bom Carnaval o ano todo para todos nós.

 

 

 

 

 

 

 

 

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