- Ano IX - nº 1 (70) - Dezembro 2014 /Janeiro / Fevereiro de 2015.                           Direção: Osiris Costeira

JE SUIS CHARLIE

 

A Humanidade está de luto desde 7 de Janeiro último quando terroristas religiosos, pertencentes a um grupo extremista e fanático do Islamismo, invadiu a redação da revista "CHARLIE HEBDO", em Paris, na França, e matou 12 pessoas, inclusive 4 de seus mais famosos cartunistas.

E isso porque a revista, cuja direção editorial é a satírica, aborda sempre os extremismos dos grupos políticos, religiosos, e sectários de qualquer etiologia, através de caricaturas.

Os terroristas gritavam, durante o massacre na redação, que "Alá está vingado" em face das charges publicadas a respeito do radicalismo conhecido e mundialmente divulgado de alguns religiosos islamitas

 Charge da ilustradora francesa Lucille Clerc:

"ontem, hoje, amanhã"

Além da barbárie do ato em si, que fere total e absolutamente o direito à liberdade de expressão e da Imprensa, além do próprio direito à Vida, outro aspecto nos chama à atenção, da mesma maneira trágica e entristecedora. 

DEUS, na configuração desses extremistas, deve ser uma entidade político-partidária, polêmica e sectária na defesa de "seus" mandamentos como os únicos "certos", em que o AMOR não existe no escopo de sua figura nem nas manifestações de seus atos. E DEUS sem AMOR não nos parece DEUS. É outra coisa.

Sem dúvida alguma, o Islamismo, e os próprios muçulmanos, não compactuam com esses radicais fanáticos, eles sim sem qualquer manifestação de AMOR em seus corações, em que apenas transferem para o seu "deus" a inexistência de AMOR em seus próprios sentimentos.

DEUS, e não deus, é a manifestação pura e absoluta de AMOR que guia e orienta a nossa experiência humana, e jamais a dirigiria ao encontro da dor, do sofrimento, do desamor.

"Je suis Charlie" é o lema que os franceses  utilizaram, de imediato, para protestar contra o extremismo na redação da Charlie Hebdo, e transmitir a todos que continuariam a respeitar a liberdade de expressão e de imprensa, itens sagrados desde o final do século XVIII quando a França realizou uma fantástica revolução - que revolucionou o Mundo - instituindo como lema LIBERDADE - IGUALDADE - FRATERNIDADE.

Nós também apoiamos e comungamos o JE SUIS CHARLIE .

 

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