- Ano III - nº 1(22) - Janeiro/Fevereiro de 2009.                                                     Direção: Osiris Costeira

TÉCNICA DO ESPARADRAPO - Abigail Caraciki.

Novas Pesquisas na Técnica do Esparadrapo ("Spiral Taping").

Há sete anos vimos pesquisando esta técnica maravilhosa que muito tem contribuído para uma melhor maneira de viver daqueles que sentem dores.

 

Este é o décimo artigo escrito para TERAPIA DE CAMINHOS, e vem com uma novidade: a estimulação das regiões onde a circulação sanguínea se faz com grande dificuldade, e se apresentam gélidas e com dores.

 

Observamos que apesar da aplicação de vários tipos de terapia, há dificuldade circulatória nos braços e nas pernas que se encontram frias e, muitas vezes, totalmente geladas. Começamos aconselhando o uso de luvas e de meias de lã, até para dormir. Se houver melhora, porém pequena, iniciamos a aplicação de malhas de esparadrapo com suas tiras colocadas ordenadamente. Obtivemos sucesso, e por isso vamos transcrever as palavras de um paciente que nos permitiu fazer esta pesquisa:

 

“Em Janeiro de 2002 apareceu dor nos dedos dos pés, e em seguida fui perdendo os movimentos das pernas. O neurologista solicitou uma “Ressonância” que acusou uma hérnia de disco, mas as dores já estavam atingindo os membros superiores. Comecei a ter dificuldade para comer e respirar. E não consegui mais andar. Em Abril fui encaminhado para outro neurologista que diagnosticou Síndrome de Guillain-Barré. Fui internado no Hospital Miguel Couto, ficando 31 dias no CTI, além de 34 dias na enfermaria. Saí do hospital em Junho sem qualquer movimento nos membros superiores e inferiores, tendo a assistência de um fisioterapeuta e de um clínico geral três vezes por semana. Em Setembro já conseguia caminhar, mas com dificuldade. Comecei a fazer o tratamento fora de casa: fisioterapia, hidroterapia, acupuntura e um tratamento nos pés - Técnica do Esparadrapo - na qual obtive uma grande melhora, e continuo fazendo até hoje.” S.L. – 27 de Janeiro de 2009.

 

Quando começamos o tratamento com a Técnica do Esparadrapo, o paciente apresentava dores nas pernas e nos pés, tendo certa dificuldade em caminhar, e apresentando os membros inferiores completamente gelados. Partimos com a orientação para o uso de meias de lã. A melhora foi pouca. Começamos, então, com a aplicação das malhas de esparadrapo onde obtivemos grandes melhoras. O paciente apresentava, também, Cisto de Baker na parte posterior dos joelhos, que foram tratados concomitantemente.

 

A importância de se separar a parte fria da parte menos fria é fundamental, através da tira “divórcio”. À proporção que fomos trabalhando, notamos melhoras e diminuição do espaço frio para o menos frio. As fotos abaixo dão uma noção deste novo trabalho.

 

Estamos às ordens para outros esclarecimentos a respeito, pelos telefones 21.2295-3780, 2275-9801 e

9915-7052. Além disso, os interessados podem agendar visitas no local do trabalho voluntário, combinar hora e local para palestra demonstrativa em universidade, grupos de terceira idade e outras instituições.

Até mais.

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