- Ano I - nº 5 - Abril de 2007.                                                                              Direção: Osiris Costeira

TÉCNICA DO ESPARADRAPO - Abigail Muniz Caraciki.

Fundamentos, origem e desenvolvimento.

No estudo e aplicação da Técnica do Esparadrapo, valiosa em diagnóstico de tradição oriental, parte-se da premissa básica de que o exterior revela o interior do Ser, globalmente. As dores apresentadas no corpo, bem como a postura, a respiração, o cansaço e todas as nossas expressões exteriores, são manifestações da condição dos órgãos internos e revelam desequilíbrios orgânicos e psicológicos sinalizados pelo corpo.

O diagnóstico da dor depende de um peculiar sentido de observação que é subseqüente ao desenvolvimento avançado do senso comum, que será apresentado a seguir; tem, portanto, um caráter apenas introdutório.

Para alguns pesquisadores a origem da técnica é Samurai. Começou tratando das articulações e da musculatura profunda na coluna vertebral. Sua atuação continua a ser um problema de origem reservada que afeta a morfologia do corpo, através do conhecimento do ponto da dor. Por manipulação.

Sua eficiência é comprovada não só em hérnia de disco, deslocamento de vértebras, subluxação, fibromialgia e outros problemas que são pesquisados atualmente. O nossa trabalho fundamental e objetivo é o de tirar a dor do corpo da pessoa que está perdendo a alegria de viver, o bom humor, atrapalhando o sono, acabando com o apetite, enfim, tornando-se um deprimido.

                

“O homem nasceu para ser feliz e não sentir dor.” Sentir dor não redime pecado, não prova coragem e nem ajuda o tratamento, simplesmente atrasa o restabelecimento da saúde.

Aparentemente são os idosos que sofrem mais de dor, mas não é verdade. Pesquisas feitas revelam que os mais jovens sentem mais dor, porque se expõem com mais freqüência a movimentos mecânicos, repetitivos e realizados sob forte tensão no ambiente de trabalho, sem falar no sedentarismo, estresse e obesidade.

Estima-se que a dor seja a principal causa de faltas ao trabalho, à escola, às licenças médicas e até à aposentadoria por doença. Nesses anos de trabalho com vistas a “querer” tirar a dor de quem tem a sua vida prejudicada em qualidade, pesquisamos vários tipos de dores, das mais diferentes origens, e conseguimos um trabalho de alívio das mesmas e até a ausência na maioria dos casos.

É, também, de nosso conhecimento que antes da dor aparecer ela se anuncia, pedindo socorro através de pontadas, formigamentos, queimações, pequenos choques, picadas, agulhadas, marteladas ou apertos. Este grito de socorro é dado para que um trabalho seja feito no sentido de evitar o aparecimento da dor nos locais anunciados.

Para nós, este é um grande momento para fazer o trabalho mais precioso – que é o da prevenção, não deixando a dor aparecer.

Neste nosso trabalho de pesquisa com a Técnica do Esparadrapo temos sempre em mente uma frase do nosso querido Ayrton Senna: “Quando você achar que fez o máximo, acredite que pode ir mais longe”.

Muita Paz.

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