- Ano V - nº 5 (45) - Abril de 2011.                                                              Direção: Osiris Costeira

LEITURA CORPORAL - Osiris Costeira - osiris.costeira@uol.com.br

O Corpo Humano: O Grande Genoma

III - Segmento do Pescoço e Tronco

 

Segmento do Pescoço

É a área de ligação entre o segmento cefálico e o tórax, e a localização do 5° Chakra/Centro de Forças (laríngeo), que organiza os impulsos originados pelos Chakras/Centros de Forças inferiores ou básicos (1º ao 4º) aos superiores (6º e 7º).

As estruturas externas do pescoço, em especial os músculos esternocleidomastóideo e trapézio, os grandes vasos e a pele, têm como função principal circular e conduzir os impulsos de comunicação e expressão pessoal que incentivam a experimentação e satisfação da sexualidade e/ou do prazer corporal.

Em assim sendo podemos visualizar determinados “tipos” de pescoços e, desta maneira, identificar maneiras diferentes de as pessoas manifestarem a sua sexualidade/amorosidade, predominantemente de caráter sexual.

As pessoas possuidoras de pescoço pequeno e grosso, também chamados de pescoço taurino, geralmente identificam indivíduos rudes e agressivos em termos de sensibilidade sexual, não sendo capazes, rotineiramente, de um envolvimento sutil e “amoroso” de sua sexualidade.

Por outro lado, aquelas pessoas que possuem pescoço fino e longo, também chamados de pescoço de girafa, sugerem indivíduos esquivos, arredios e intranquilos nas demonstrações de sua sexualidade, como se não “acreditassem” na reciprocidade de seus sentimentos.

Como tudo na Vida, o meio termo faz do pescoço proporcional a configuração de um indivíduo que, se quiser, pode desenvolver a sua sexualidade plena, usufruindo todo o prazer que seu corpo pede e merece.

 

Segmento do Tronco

O tronco é constituído por abdome, pelve, diafragma e tórax; coluna vertebral (exceto vértebras cervicais) e nádegas. Ele aloja do 1º ao 4º Chakras/Centros de Força, e também as estruturas e órgãos que dão origem, sustentação e condução ao propósito de viver e de fazer-se manifesto.

Ele é ocupado pelos órgãos que compõem diversos sistemas e aparelhos de nosso organismo, tais como respiratório, circulatório, digestivo, urinário, reprodutor, além do sistema nervoso relativo às estruturas contidas na medula, em sua localização tóraco-abdominal.

Tal dispositivo anatômico nos parece, em termos de Leitura Corporal, mais compatível com os seus simbolismos sindrômicos, exatamente em uma Leitura Corporal Sistêmica em que prevalece a sintomatologia oferecida pelo paciente como manifestação de suas carências vivenciais. E esses aspectos são focalizados em “A Doença como Sintoma”, em que cada aparelho/sistema é visualizado separadamente.

Contudo, gostaríamos de fazer uma ressalva em um aspecto do tronco, no seu hemi-torax superior, extremamente importante em sua simbologia que não é enquadrado na visualização de Leitura Corporal Sistêmica, devendo ser visto em seus aspectos anatômicos. Referímo-nos às MAMAS.

O principal simbolismo da MAMA é o seu aspecto de órgão nutriente, extrapolando na vida adulta toda a realidade nutriz exercida na primeira infância com a amamentação. As suas conotações eróticas representam, unicamente, uma manifestação simbólica – culturalmente aceita – da realização de um prazer, o primeiro de todos, da fase oral dos recém-nascidos.

Na realidade, os chamados “peitos fartos”, mamas grandes mesmo em período de não aleitamento, falam de mulheres que necessitam “nutrir”, como sinônimo de dar afeto/amor às pessoas.

Em muitos casos, essa necessidade de “dar” é para, posteriormente, “receber” este afeto, visto que sinalizam pessoas absolutamente carentes, mas que vão à busca do amor oferecendo, simbolicamente, a sua MAMA como fonte de “alimento afetivo”, uma verdadeira nutriz do amor. E na troca, o afeto desejado. E ainda não possuído.

As mulheres de MAMAS pequenas simbolizam pessoas “aparentemente” indiferentes aos afetos, dados ou recebidos, como se quisessem mostrar uma certa independência ou “superioridade” a essas trocas. É como se dissesse: “Se receber dou, se não receber não dou. Para mim tanto faz!” De certa forma, uma “cena de teatro” que na realidade fala de uma emotividade contida, “dominada”, algo onipotente, além de imenso medo de não ser amada.   

Já as mulheres praticamente sem MAMAS, falam - além de uma absoluta inabilidade em demonstrar afeto - de pessoas personologicamente “masculinizadas”, exibindo características emocionais mais compatíveis ao sexo masculino, notadamente quanto à ordem de comando e à disciplina, indiferentes à existência, ou não, de afeto. Aparentemente, a aceitação do comando pelos outros, a obediência, é o “afeto” desejado.   

É evidente, como sempre, que as dimensões anatômicas das MAMAS, quando proporcionais ao corpo, refletem o equilíbrio necessário e desejado pela Natureza na construção harmônica da Vida em todos os seus aspectos. Principalmente, ao traduzir que esta pessoa pode transmitir o AMOR, se quiser, quando quiser, da maneira que quiser ou souber.  

 

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