- Ano III - nº 2(23) - Março/Abril de 2009.                                                     Direção: Osiris Costeira

TERAPIA EM VÍDEO - Osiris Costeira.

"Amai-vos uns aos outros como eu vos amei".

Há mais de vinte séculos, na Galiléia, um judeu nascido em Belém mudou o mundo com suas idéias que tinham como ponto de apoio o AMOR, e pelo qual pregava “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”. Ele foi Jesus de Nazaré, o Cristo, filho de Deus, e muitos O ouviram e O seguiram.

Mais de vinte séculos depois, ainda ecoam no ar as suas palavras de culto ao AMOR. Contudo, existe uma sensação de que nem todos que O ouviram e O seguiram O entenderam, porque o pilar de seus ensinamentos raramente é professado, sendo relegado a um segundo plano, em que as necessidades prementes de sobrevivência imperam, a qualquer custo, inclusive sem amarmos uns aos outros.

As pessoas, cada vez mais, sobrevivem na busca das realizações pessoais – que também são importantes como auto afirmação de sua mais valia – pagando um preço, muitas vezes, extremamente caro na materialização de seus desejos. E, nesta busca constante e desenfreada pela demonstração do conquistado e de seu valor, poucos se dão conta que confundem VALOR com AMOR, e o que procuram é simplesmente AMOR. Este, contudo, não é comprado. O valor, ou a sua exibição, sim, muitas vezes tem o seu preço estipulado. E se paga. 

E dessa falta de AMOR, nasce a “competição” pelos seus substitutos, em que o poder da riqueza, da força política, da afirmação profissional ou das pseudo lideranças, inclusive religiosas, mascaram toda a carência afetiva entranhada em seus corações. E se vangloriam com suas conquistas. E se sentem realizados.

Já se disse, e com rara sabedoria, que nos distúrbios tratados pela Psiquiatria, em qualquer de suas vertentes, há sempre a mesma origem, a falta de AMOR, a ponto de se dizer que existe, apenas, um único diagnóstico a ser discutido e tratado: o DESAMOR. Dele, nascem todas as agressividades, a depressão, os delírios e alucinações, a angústia e a completa insatisfação de viver quando tomamos consciência da existência em nós de um imenso vazio de amor, criado por nós mesmos, além das rejeições e das constantes disputas pelo afeto dos outros, apesar de não sabermos, quase sempre, nem dar nem receber este mesmo afeto.    

Neste cenário entristecedor da vida de muitos de nós, é extremamente esperançoso ver como, quando menos se espera, os animais demonstram seus sentimentos de absoluto entendimento do que é o afeto, no mais puro de seus conceitos universais, que nos faz lembrar certos ensinamentos transmitidos há mais de vinte séculos por Jesus de Nazaré e que muitos não O entenderam, apesar de O seguirem: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei.”

Vejam, no vídeo, o que Ele nos ensina através dos animais, mesmo sendo eles cão, gato e rato.

 

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