- Ano III - nº 7(28) - Novembro de 2009.                                                     Direção: Osiris Costeira

TERAPIA EM VÍDEO - Osiris Costeira. - osiris.costeira@uol.com.br

DEUS PROTEJA AS CRIANÇAS DEPOIS DE CRESCEREM

O Homem, desde que bipedestou-se e se tornou Homo sapiens, aprendeu a sobreviver em grupos para se defender, principalmente, dos outros animais, tendo sempre um lider, o mais forte e o mais capaz, para guiá-los na conquista de seu terreno, demarcando os limites, na defesa física e na busca de alimentos para a sobrevivência.

A liderança, o poder do chefe, se manifestava desde épocas pretéritas da Humanidade em que a força e a astúcia eram as prerrogativas fundamentais para o “cargo”, até que as suas força e a astúcia fossem vencidas pela idade ou por um competidor, que almejasse a posição. E as disputas eram frequentes, como frequentes eram as mudanças de chefia e liderança. Nascia a competição, a busca pelo poder, o reconhecimento pelo grupo da força e da capacidade do novo líder.

Essa necessidade de competir para se mostrar o melhor e o mais capaz atravessou os séculos e perpetuou-se até os nossos dias, muitas vezes, hoje, se usando métodos estranhos e alheios à ética ou à moral, e até à própria lei, unicamente com o intuito de ser o “vencedor” de alguma coisa e sobre “alguém”. Não importa o custo da conquista nem o que poderá acontecer aos não vencedores. Isso é, absolutamente, secundário. O que importa é a imagem de vencedor, a gratificação pela “mais-valia” introjetada no indivíduo “vencedor”, mesmo que, internamente, ele seja realmente um “perdedor”.

As competições são absolutamente indispensáveis no decorrer de nossas vidas, representando, mesmo, a grande motivação para conquistas maiores e melhores em determinado campo de trabalho, ou aumentando a criatividade em geral. Competir é, antes de mais nada, compartilhar o seu trabalho - consequentemente o seu valor - com o seu grupo ou a sua comunidade. É mostrar-se, de peito aberto, às críticas e à visão de outras pessoas sem medo de exercitar o equilíbrio entre pensar e sentir, principalmente sabendo reconhecer com dignidade e humildade que outros também têm valor e podem vencê-lo.

Lamentavelmente, a corrida desenfreada pelo poder, numa competição muitas vezes desleal, e se pagando qualquer preço pela vitória, cada vez é mais comum na sobrevivência humana. Nela, geralmente, os “vencedores” não se apercebem que são os grandes “perdedores” porque não entenderam o significado da Vida, em sua essência de Luz, Paz e Amor, e continuam sendo aqueles primatas, meramente bipedestados, recém saídos das cavernas que protegiam e escondiam as suas fragilidades.

O vídeo que mostramos hoje é uma lição de vida e de Vida, ensinada pelas crianças que, felizmente, guardam a pureza da Divindade ainda quase virgem de humanidade. É pena que a maioria, ao crescer, perca este encanto na sua longa jornada de aprendizado e evolução. Que Deus as proteja depois de crescerem.

    

 

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