- Ano II - nº 2(14) - Fevereiro de 2008.                                                                     Direção: Osiris Costeira

MEDICINA VIBRACIONAL - Osiris Costeira.

A medicina do século XXI - Introdução II.

Os recursos “clínicos” da Medicina Vibracional são utilizados visando o reequilíbrio da energia sutil entre os estados físico/emocional/mental/espiritual. Contudo, numa visão holística e num grau de expansão da consciência para além da matéria, que será o caminho da “medicina do futuro”, admitimos a cura como uma figura teórica e didática, pois ela só existiria na própria iluminação espiritual.

Para nós, humanos em busca de evolução, a cura é uma busca constante para harmonizar todos os corpos existentes em nós, inclusive o corpo físico, talvez o mais perecível de nossos corpos. E essa cura só pode ser gerada dentro de nós próprios, pois é necessário que haja uma integração total e absoluta de nossos corpos físico/emocional/mental/espiritual. O homem utiliza alguns “instrumentos” para que ele, somente ele, possa se curar, da mesma maneira que foi através dele que se enfermou, que adoeceu. Sem a querência do homem não há progresso na cura.

Quando a medicina diagnostica uma “doença” está, tão somente, focalizando um órgão-choque pelo qual se manifestou a “doença”, como sinônimo de desequilíbrio ou desarmonia do ser total. Tanto na medicina como na linguagem comum se fala das mais diferentes doenças. Com esse simplorismo lingüístico se constata com nitidez o mal-entendido geral que envolve o conceito de doença. ”Doença é uma palavra que se pode usar apenas no singular; o plural – doenças – é tão sem sentido quanto o plural de saúde: saúdes”, é o que conceituam de modo bastante vivo DETHLEFSEN Y DAHLKE no seu grande e atual “ A doença como caminho” (Editora Cultrix, São Paulo,1983).

É importante que todos os terapeutas tenham em mente que qualquer caminho que tenha a possibilidade de trilhar, terapeuticamente, para debelar alguma patologia, a “cura” ou harmonização só existirá se o paciente desejar ou permitir. Não lhes cabe julgar os porquês e muito menos assumir a responsabilidade pela vontade do paciente.

Com uma medicação “física” ou apenas um abraço aonde se compartilha energeticamente o amor universal, cabe ao terapeuta mostrar o caminho, apenas o caminho. Caberá ao paciente o “processo de cura”, no seu tempo e ao seu modo. No mais, deixemos às essências.

Os terapeutas alopatas têm por escopo medicar, fundamentalmente, a sintomatologia. Pelo menos de início. De imediato. Posteriormente, caso haja possibilidade, investiga-se a etiopatogenia daquele sinal ou sintoma. Muitas vezes não se chega às origens – clinicamente falando – da patologia referida como “queixa principal”. Mas, provavelmente a dor ou inflamação ou mesmo a manifestação clínica da doença poderá ser debelada. Diarréias, vômitos, taquicardias, cefaléias repentinas, polaciúrias, disúrias são muitas vezes resolvidas, e não se fala mais nisso...

Esta forma de terapêutica – não se julga se certa ou errada – corrige ou melhora o hoje, o agora, e nada mais. Muitas vezes nem em termos clínicos. O atendimento clínico-ambulatorial de hoje é super rápido, pois a fila é grande, e é grande o número de pessoas que também necessita de analgésicos, antiinflamatórios e antibióticos de larguíssimo espectro para atuar em todas as sepas de bactérias. Tudo rápido. Amanhã será outro dia...

A medicina com a qual se sonha é muito diferente. Mais tranqüila, tanto para o terapeuta quanto para o paciente. E se objetiva, não o sintoma e/ou sinal pelo qual a “doença” se manifesta. É a terapia voltada – EXCLUSIVAMENTE – ao paciente. É ele quem está doente e não o seu corpo. Em conseqüência, é mais importante que saibamos, e que o paciente saiba também, os porquês de seu adoecimento, para que os modifique e conseqüentemente retorne ao equilíbrio de sua energia vital.

Modificando o interno, tornando-o equilibrado e feliz, o corpo não tem mais necessidade de “falar”. O equilíbrio estará alcançado. Um ser feliz não adoece o corpo.

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