- Ano II - nº 4(16) - Abril de 2008.                                                                     Direção: Osiris Costeira

MEDICINA VIBRACIONAL - Osiris Costeira.

A medicina do século XXI - 1ª Parte.

Tudo começou com Isaac Newton (1642-1727) ao escrever o seu monumental “Os princípios matemáticos da filosofia natural”, em que consta a Dinâmica, parte da Mecânica que relaciona os movimentos com as causas, incluindo as famosas “Leis de Newton”: a lei da inércia, a lei da proporcionalidade entre as forças e a aceleração, e a lei da ação e reação.

Além disso, Isaac Newton descreve o seu método experimental, baseado na descrição matemática para se chegar à avaliação crítica dos fenômenos, estuda os movimentos num meio resistente, formulando a Hidrodinâmica e, na parte final, apresenta a Mecânica do Sistema Universal.

E toda a “materialidade” da sobrevivência humana estava explicada e, apesar de ciência, dogmatizada ao longo de gerações e séculos. Assim, nascia um paradigma de vida que gerou uma série de subprodutos desse pensamento, que norteou o mundo e os Homens até quase os nossos dias.

Desde a época de Isaac Newton as analogias mecânicas têm se mostrado muito úteis para explicar o comportamento do mundo físico. Os pensadores newtonianos vêem o universo como um mecanismo ordenado e previsível, ainda que divino. Seguir-se-ia, portanto, que os seres humanos, tal como o seu Criador, também seriam construidos de forma semelhante.

As primeiras incursões newtonianas no terreno da medicina, como diz Richard GERBER, em “Medicina Vibracional: uma medicina para o futuro”, Editora Cultrix, São Paulo, 1988, foram, filosoficamente, de natureza cirúrgica. Os primeiros cirurgiões atuavam sob a premissa básica de que o corpo humano é um complexo sistema de encanamentos. O cirurgião moderno talvez possa ser visto como um “bioencanador” especializado que sabe como isolar e remover um componente “defeituoso”, e como juntar novamente o sistema de modo que ele possa voltar a funcionar corretamente.

Avanços recentes na farmacologia nos proporcionaram novas maneiras de “consertar” um corpo doente. Ainda num mesmo enfoque filosófico, absolutamente newtoniano, em vez de usar instrumentos cortantes, como na cirurgia, os médicos usam drogas para enviar “balas mágicas” a determinados tecidos do corpo. Diferentes drogas são empregadas para fortalecer ou destruir as células que funcionam de modo aberrante, dependendo da necessidade médica.

A visão newtoniana e mecanicista da vida é apenas uma aproximação da realidade. As abordagens farmacológica e cirúrgica são incompletas porque ignoram as forças vitais que animam a biomaquinaria dos sistemas vivos e insuflam-lhe vida. O princípio fundamental numa máquina é o de que a função do todo pode ser prevista pela soma das partes. Ao contrário das máquinas, porém, os seres humanos são mais do que a soma de um conjunto de substâncias químicas ligadas uma às outras.

Todos os organismos dependem de uma sutil força vital que cria uma sinergia graças a uma singular organização estrutural dos componentes moleculares. Por causa dessa sinergia um organismo vivo é mais do que a soma das suas partes. Quando a força da vida abandona o corpo, por ocasião da morte, o mecanismo físico vai lentamente se decompondo até transformar-se num conjunto desorganizado de substâncias químicas. Esta é uma das coisas que diferencia os sistemas vivos dos não-vivos e as pessoas das máquinas.

Em 1900, o físico alemão Max Planck (1858-1947) revolucionou a Física com a sua teoria dos quanta, afirmando que a energia emitida por qualquer corpo só poderia realizar-se de forma descontínua, através de múltiplos inteiros de uma quantidade mínima por ele denominada de quantum de energia. Era o início da Mecânica Quântica que substituiria a clássica, de Isaac Newton.

Albert Einstein (1879-1955) foi um dos primeiros a reconhecer o revolucionário valor da teoria de Max Planck. Com a sua obra, Albert Einstein deu início à Física moderna, que é relativista, atômica e quântica, quando, em 1905, publicou quatro artigos fundamentais para o seu pensamento: no primeiro, formulou a teoria especial das relatividade; no segundo, apresentou sua famosa equação, demonstrando que a massa é uma forma de energia, evidenciando a equivalência e a intermutabilidade da matéria-energia; no terceiro, analisou a teoria do movimento browniano; e, no quarto, apresentou o conceito de fóton, inaugurando uma nova teoria da luz.

Com essa fantástica produção intelectual, Einstein lançou as primeiras bases para a teoria dos fenômenos atômicos denominada teoria quântica, que seria desenvolvida ao longo das três primeiras décadas do século XX.

A medicina que se pratica, atualmente, baseia-se, ainda, no paradigma newtoniano da realidade. É, essencialmente, uma perspectiva que considera o mundo como um mecanismo complexo. Os médicos vêem o corpo como uma espécie de grandiosa máquina controlada pelo cérebro e pelo sistema nervoso: o supremo computador biológico.

Contudo, desde que se consegue entender a matéria como uma manifestação da energia, nasce o Paradigma Einsteiniano, e com ele a Medicina Vibracional, em que os médicos se preocupam, principalmente, com a energia existente no ser humano e em todas as formas de vida. Assim, aquela energia vital inerente às não-máquinas assume, finalmente, o seu papel, e com ela a representação do componente espiritual, e conseqüentemente de Deus, figura criadora e não criada.

Desta maneira, nasce um novo gênero de médico/terapeuta que procura entender o funcionamento dos seres humanos a partir deste novo paradigma, em que a matéria é uma forma de energia. Essa nova visão einsteiniana proporcionará não apenas uma perspectiva única a respeito das causas das doenças como também métodos mais eficazes de curar as enfermidades que afligem os seres humanos.

Em vez de recorrer, apenas, aos tratamentos cirúrgicos ou farmacológicos convencionais, a Medicina Vibracional procura tratar as pessoas em sua origem com energia pura. Esta perspectiva teórica baseia-se na compreensão de que o arranjo molecular do corpo físico é, na verdade, uma complexa rede de campos de energia entrelaçados.

A rede energética, que representa a estrutura física/celular, é organizada e sustentada pelos sistemas energéticos sutis, os quais coordenam o relacionamento entre a força vital e o corpo. Há uma hierarquia de sistemas energéticos sutis que comanda tanto as funções eletrofisiológica e hormonal como a estrutura celular do corpo físico.

É basicamente a partir desses níveis de energia sutil que se originam a saúde e a doença. Esses sistemas de energia são intensamente afetados pelas nossas emoções e pelo equilíbrio espiritual, além dos fatores ambientais e nutricionais. Essas energias sutis atuam nos padrões de crescimento celular tanto positiva quanto negativamente.

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